A partir do sexto mês de vida, a mãe pode introduzir o que os nutricionistas chamam de alimentação complementar, que são os sumos de frutas no intervalo entre as mamadas pela manhã e a papinha de frutas à tarde, antes da mamada. Esta é uma fase de transição, fundamental para a introdução dos alimentos sólidos na dieta do bebé.
Duas semanas após a introdução dos sumos e papinhas de frutas, a mãe pode oferecer a alimentação semi-sólida amassada, feita à base de cereais, legumes e tubérculos (batata). Deve-se refogar a cebola com cereais e cozinhar com pouca água, deixar secar e dar-lhe. A criança deve começar a receber este alimento como estímulo para aprender a mastigar. Quando não é estimulada a este procedimento, a criança pode retardar o desenvolvimento orofacial. A introdução desta alimentação estimula a dentição e previne futuros problemas de fala.
Após uma semana, a mãe deve introduzir a carne, porém é importante a utilização de até três alimentos por papa, que deve ser oferecida ao almoço durante um mês. Pode-se variar, por exemplo, com arroz, frango, brócolos, sempre usando fontes de hidratos de carbono, proteínas e vitaminas minerais.
O jantar deve ser introduzido entre o sétimo e oitavo mês.
Já em crianças de nove a dez meses, deve-se oferecer leite pela manhã (biberão ou peito), logo a seguir sumo de frutas e ao almoço uma papa salgada. No período da tarde, uma papa de frutas, biberão e mais tarde o jantar, além do leite à noite.
Crianças com um ano já estão aptas a receber a alimentação igual à do resto da família, desde que esta seja feita com poucos condimentos e temperos.
Fonte:http://www.bebevirtual.com